EXPOSIÇÃO [ENTRE] PORTAIS, LUCI SGORLA E MARISA GRAHL

[ENTRE] PORTAIS 

Abre uma reflexão sobre a memória, o tempo; experiências vividas e assistidas.

A vida de pessoas, possíveis moradores, personagens que transitam nesse espaço, construções que aparecem em ruínas ou apenas através de uma porta.

A vida que lá acontecia no livre encadeamento dos dias; as pessoas em suas tarefas diárias, seus compromissos, seus amores, seus problemas cotidianos, suas vozes, seus silêncios. Todas aquelas coisas aparentemente sem valor, mas que na verdade são a essência que preenche aquilo que chamamos de existência. Vidas brutalmente interrompidas, esquecidas.

A casa de alguém, um lar, considerado sagrado, ode as famílias convivem e mantém laços especiais. As portas, local de chegadas, abraços, surpresas ou despedidas.

De repente tudo muda. Uma despedida, uma tragédia, uma notícia inesperada, uma bomba, alterando parte da história do lugar e de quem ali vivia.

Fica a evidência surda e definitiva de que atos deliberados interferem no livre arbítrio, deixando cicatrizes.

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